TRANSPOSIÇÃO CIBERNÉTICA - COMO TOMAR DECISÕES?
31 de agosto de 2008Como tomar decisões!
Escrito por Aldo Lagrutta
O tomar decisões desafortunadamente não é uma aula que podamos dar. Pensaríamos que algo tão poderoso como isto devería ser ensenado em todas as escolas a todos os níveis, porém não é assim. Finalmente, nós estamos sós na hora de tomar decisões e não temos outra opção que a de desenvolver este poder por nós mesmos.
Isto necessariamente não implica que seja algo difícil de fazer. Com a informação adequada e a apropriada disciplina todos podemos transformar-nos em pessoas capazes de tomar efetivamente decisões importantes.
“Sempre faça o que tem medo de fazer” Emerson
ESTA É A CHAVE MAIS IMPORTANTE:
DECIDA AGORA MESMO, EXATAMENTE ONDE ESTÁ, COM O QUE TIVER À MÃO.
Não importa o que decida; pode ser simplesmente trascender a indecisão, porém, faça-o já!
Estes são alguns pontos importantes que deve ter em conta para implementar sua decisão:
1.- Assegure-se que você realmente quer implementar sua decisão.
2.- Aceite qualquer que sejam as consequências de sua decisão. Isto implica que, se for necessário, deverá suportar a dor que esta mudança traga consigo.
3.- E NUNCA, NUNCA fale ou conte sobre sua decisão.
Que ocorre uma vez que você toma uma decisão?
A melhor maneira de comprender isto é citando uma vez mais a Ralph Waldo Emerson: “Uma vez que tomamos uma decisão, o universo conspira para fazer que ocorra”.
Porém… que ocorre se comete um erro e fracassa?
Fracassar não tem tornado a ninguém um fracassado; Desistir sim … e desistir é também uma decisão. Dizem que os heróis são pessoas normais cujo valor durou umo ou dois minutos mais…
Tem observado como no Beisbol os maiores batedores e jogadores são os mesmos que pontuam mais a frequentemente?
Alguns de vocês me perguntaram que fazer para vencer o mal hábito da indecisão.
Há várias formas…
1.- Siga os conselhos da “A Nova Ciência de Tornar-se Rico”: Tome o primeiro passo para sua prosperidade, crie uma imagen mental exata do que quer, e idéias positivas para melhorar em sua vida começarão a fluir em sua mente.
2.- Imponha o poder de sua vontade. Se sua vontade é débil, fortaleça-a tomando primeiro decisões simples e exigindo-se mais cada vez que se torne mais forte.
3.- Finalmente, em minha experiência, a forma mais simples de trascender a indecisión, é tratando-a como a um bloqueio a mais no caminho para nossas metas, utilizando algum dos processos avançados da Transposição Cibernética para alinhar suas ações, pensamentos e sentimentos em uma só direção.
Recorde que cada parede é em realidade uma porta; só devemos aprender como abrí-la.
Desejo-lhe o melhor dos êxitos,
Aldo Lagrutta
Fonte: Blog de Phil Alfaro - 27 de abril de 2008
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A vida é uma possibilidade de realizações infindáveis!
No entanto para que essa possibilidade se realize, necessitamos tomar as rédeas de nosso destino através da manutenção constante do domínio de nosso campo mental.
Que habitantes tenho em minha mente? São gratos, úteis e benígnos? Este espaço deve nos pertencer, devemos ser ativos atores e manter o governo do mesmo sob nossa direção. Somente assim nossa real vontade será obedecida, deixando de sermos meros protagonistas em nosso mundo interno!
Quão bela resulta a vida quando temos a guarda de nossa mente!!!
“Ter consciência do tempo que se vive nos domínios do saber significa haver transcendido a escravidão a que é submetido o homem em sua ignorância.” (Bernardo Pecotche
- Autor da Ciência Logosófica)A vida deve ser um eterno romance, uma conquista diária que necessita ser tratada e alimentada constantemente com conhecimentos superiores para oferecer a essa mesma vida o que ela merece…
Não poderia deixar de dizer que “O conhecimento amplia a vida. Conhecer é viver uma realidade que a ignorancia impede desfrutar.” (Gonzalez Pecotche)
Nessa busca de conhecimentos encontramos a nós mesmos.
“O inefável prazer de viver não se experimenta enquanto não começamos a olhar nossa vida como o principal dos trabalhos que devemos empreender. Disso haverá de surgir uma obra de arte que nos pertencerá eternamente; e que satisfação poderia ser mais sublime do que a de sentir em nós mesmos a honra de nossos próprios méritos forjando o juízo da posteridade?” (González Pecotche)

